Luciana Cotrim Luciana Cotrim
Paulistana até a alma, nasceu no Hospital Matarazzo, no coração de São Paulo. Passou parte da vida entre as festas da igreja Nossa Senhora Achiropita, os desfiles da Escola de Samba Vai-Vai e as baladas da 13 de maio no bairro da Bela Vista, para os mais íntimos, o Bixiga. Estudou no Sumaré, trabalhou na Berrini e hoje mora em Moema. Gosta de explorar a história e atualidades de São Paulo e escreveu um livro chamado “Ponte Estaiada – construção de sentidos para São Paulo” resultado de seu mestrado em Comunicação e Semiótica na PUC. É consultora em planejamento de comunicação e professora de pós-graduação no Senac.
Claudia. Obrigada. Continue lendo a série Avenida Paulista, ainda temos muitos casarões a comentar.
On Série Avenida Paulista: Baronesa de Arary da nobreza ao modernismo, da decadência às brigas condominiais.
Obrigada, Dora.
On Série Avenida Paulista: do Numa de Oliveira ao Numa de Oliveira.
Dori, puxa não sabia do Consulado do Chile, se soubesse tinha mencionado no artigo.
On Série Avenida Paulista: do Numa de Oliveira ao Numa de Oliveira.
Marcio, é verdade! O Brasil não tem a cultura da preservação. O progresso deve vir mas a história tem que…
On Série Avenida Paulista: do Numa de Oliveira ao Numa de Oliveira.
Wilmer, é verdade, como também acontece, de forma mais esparsa, em outras áreas de São Paulo e, assim, vão se…
On Série Avenida Paulista: do Palacete von Bülow ao Edifício Pauliceia
Hayden, é verdade. Ainda temos alguns poucos exemplares desta época na Avenida Paulista. Um pouco mais adiante,nesta série,eles serão tratados…
On Série Avenida Paulista: homenagem à cidade de São Paulo.
Regis, obrigada pelo comentário. O intuito desta série é exatamente esse.
On Série Avenida Paulista: do Palacete Dumont Villares ao Edifício The Central Park
Egle, É uma questão difícil de responder, mas com certeza o nosso patrimônio histórico deveria ser mais bem preservado. Não…
On Série Avenida Paulista: do Palacete Dumont Villares ao Edifício The Central Park